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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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  Vinhos do Dão

O bom vinho do Dão nem sequer é fruto de uma zona homogénea, embora não se possa considerar desavisada a criação de região demarcada. Em boa verdade, o vinho do Dão é fruto de cepas que se alimentam de um certo tipo de solo e «bebem» um determinado tipo de sol: instalam-se em encostas viradas a sudoeste e alimentam-se no granito porfiróide, aquele a que chamamos «dente de cavalo». É um granito facilmente atacado pelos agentes atmosféricos, o que quer dizer que se transforma em terra com relativa facilidade. O que não evitou que a plantação da vinha do Dão tivesse sido uma verdadeira epopeia humana.

Epopeia que daria o resultado merecido, sob a forma de um líquido báquico incomparável. (…)

Por muito bons que seja, e são, os vinhos do Dão quase exigem hoje uma «certidão de nascimento», para termos a certeza de que vamos degustar um néctar capaz de fazer jus à fama de que goza. Quando a procura respondeu à indesmentível qualidade do vinho do Dão, os produtores confrontaram-se com a incomodidade de não disporem de oferta suficiente. A partir daí, e no dizer de um conhecedor do fenómeno, «toda a uva era boa para fazer vinho do Dão».

Como seria de esperar, a qualidade deixou de ser o que era e, como sempre acontece nestas situações, a procura também foi refreada.

O que constituía uma fonte de rendimento segura, passou a ser mera recordação de um lucro fácil e imediato, mas perecível. A situação já está hoje mais corrigida, mas ainda não completamente. (…)


Conhecer vinhos de outras regiões de Portugal
 

In GUIA Expresso O Melhor de Portugal - nº6
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