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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Vinhos Portugueses: origem e proveniência (1)
 
AÇORES

Na ilha do Pico existe uma adega cooperativa que vinifica quase exclusivamente todo o vinho branco, obtido das castas Verdelho, Arinto e Fernão Pires, é fresco, leve, seco e frutado. Igualmente é laborado um vinho branco à base de Verdelho, que é seco, com uma graduação alcoólica entre os 15 e os 17 graus, com características organolépticas excelentes para aperitivo e que alcançou no século passado grande prestígio internacional, pois era muito apreciado na Corte Russa.

 
ALENTEJO

A cada região correspondem tipos de vinhos com características organolépticas diferenciadas, salientando-se os tintos de Reguengos de Monsaraz, os brancos da Vidigueira e os brancos e tintos produzidos em Portalegre, Redondo, Borba e Granja.

O prestigio e a originalidade destes vinhos é resultante dos processos tradicionais de vinificação. De um modo geral, tanto os mostos brancos como os tintos fermentavam em curtimenta em patamares ou talhas de barro, onde a fermentação podia atingir temperaturas da ordem dos 35 graus.

A guarda ou o armazenamento dos vinhos era efectuada em tonéis ou talhas de barro, que ainda hoje se podem ver em algumas adegas particulares.
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BAIRRADA

Surgem-nos as vinhas no meio das casas ou escondidas pelos pinhais. A Bairrada, cujo nome advém do facto da constituição dos seus solos, de um vermelho vivo muito argiloso, é uma zona de localização privilegiada entre o Vouga e o Mondego, a meio caminho entre o Porto e Lisboa, e desde há muitos anos local conhecido de fartas e gulosas celebrações gastronómicas. Os seus tintos taninosos e ricos de cor resultam em óptimas reservas que melhoram progressivamente com o envelhecimento. Os brancos são frescos e acídulos e os melhores entre eles envelhecem com dignidade.
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BEIRA INTERIOR

No mais dentro de Portugal, entre serras e fráguas, nascem alguns dos vinhos brancos mais atraentes do país. E nascem também tintos rubis, abertos, aromáticos e leves.

As castas dominantes para os brancos são: Codo ou Síria, Arinto-do-Dão. Arinto-Gordo e Fontecal. Pérola. Rabo-de-Ovelha, e para os tintos: Bastardo, Marufo, Rufete, Touriga Nacional, Jaen e Tinta Amarela.
 

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(retirado de «ViniPortugal Alma Latina»)


 

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