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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Carnaval, entrudo, bailes, marchas, danças e bailinhos
 
   

 


O Carnaval nos Açores é um misto de entrudo, bailes, marchas, danças e bailinhos.

Em São Miguel os tradicionais bailes no Coliseu Micaelense, duram há muitas dezenas de anos, com milhares de pessoas vestidas de smoking, dançando até às tantas. E assim é à dimensão de outros concelhos no resto da ilha.

Na Terceira, as marchas, danças e bailinhos, em número de meia centena, levam às sociedades de toda a Ilha, milhares de pessoas para assistirem a um típico teatro popular que ironiza o quotidiano açoriano e as figuras políticas regionais.

Na Graciosa, em São Jorge, Sta Maria, Pico, Faial, Flores e Corvo, são os bailes e matinés nas sociedades que recebem centenas e centenas de pessoas que, com trajes de carnaval e fantasias, entrudam em alegres convívios, acompanhados com os doces típicos da época: filoses, malassadas e cuscorões, sem esquecer os licores, o "cup", e as bebidas típicas das ilhas.

Convém ainda referir o teatro popular dos bandos que no Pico satiriza o quotidiano das populações da ponta da ilha, ou os desfiles carnavalescos de milhares de crianças em todo o arquipélago.

É assim o nosso carnaval e ninguém leva a mal.

 

Fonte - Foto retirada da internet

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