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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Parabéns diversidade!

                                                                                                Humberto Nelson Ferrão
nelson.ferrao@gmail.com

Mais um aniversário que o jornal folclore está a comemorar. 15 anos! Foi em Março de 1996. Se não for noutras oportunidades, esta altura é sempre interessante de olhar para trás e para a frente… e já agora, para todos ao lados… porque é desta perspectiva que se apreende a realidade.

Parabéns, pois! Pelo percurso feito. Mas também pela visão prospectiva que é possível sempre ir fazendo para os trilhos a empreender no futuro…

Parece repetitivo, mas tem de se estar atento, ter essa responsabilidade na divulgação de um projecto dentro do campo da etnografia, porque as complexidades de hoje, a urgente relativização, a competitividade, as disputas de discursos e tomadas de posição, mesmo sem contexto, obrigam a redobrar a descodificação e a compreensão dos fenómenos folclóricos, no enquadramento de mudanças aceleradas e de produção de conhecimento que se estão a operar mais recentemente…

Destes últimos tempos, algumas situações chamaram a atenção neste projecto de difusão das actividades relacionadas com a etnografia e o folclore.

Este ano assistimos à introdução de um melhor papel em que se imprime o jornal folclore, novos colaboradores que escrevem as suas ideias e houve o tratamento de assuntos que alargaram os pontos de vista sobre o folclore – figuração da aristocracia, superstições, crenças, assombrações, diversidade do conceito, as casas de fado…

Foram estes como podiam ser outros temas que ainda são possíveis de ir tratando: corais alentejanos, tamborileiros, projectos de desenvolvimento local pelos ranchos de folclore (que abraçam processos de intervenção social, satisfazendo as necessidades das suas populações), o concurso da aldeia mais portuguesa, as casas do povo, alguns estudos que estão a ser produzidos pela universidades ou politécnicos portugueses, os trabalhos de M. Giacometti, F. Lopes Graça, Artur Santos, José A. Sardinha, Brigada Vítor Jara, grupo Almanaque, Gefac, etc.

São boas notícias estas, sabendo que existe uma grande pluralidade de práticas etnográficas e das concepções sobre este campo, que exigem a sua respectiva relativização, pelo que é sempre bem-vinda assinalar as suas existências e a divulgá-las entre uma boa parte dos praticantes de folclore.

Em relação aos colaboradores, é sempre importante ler o que outros estudiosos ou gente atenta destes assuntos vai podendo partilhar com a restante comunidade, por muito simples que seja a sua colaboração. É sempre difícil manchar a folha branca imaculada que temos à nossa frente, mas sabemos que existe muita boa gente que deveria partilhar mais as suas ideias regularmente. É com isso que se pode fazer deste projecto editorial um alfobre de diversidade e conhecimento sobre cada recanto de Portugal. Estamos todos também de parabéns, com estes novos contributos.

Finalmente, a introdução de um tipo de papel mais “limpo” e apresentável é uma melhoria com que o diretor quis presentear os seus clientes. Foi um salto qualitativo muito importante. As fotografias ganham uma força maior e melhor apresentação, que não deixa qualquer um indiferente. Apesar dos custos poderem ser diferentes, maiores, a oferta do produto jornalístico foi mais qualificado. Os clientes e assinantes devem, pois, apreciar e ter consideração por mais este esforço. O importante agora é que o projecto editorial consiga aguentar este elevado patamar da sua oferta.

Estes são alguns dos pontos que podem ajudar a fazer com que o jornal folclore continue a dar a conhecer os assuntos mais diversos do campo da Etnografia e que fará dele um projecto editorial mais forte ao serviço dos seus interessados clientes.

 

 


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