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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Opinião sobre o estado do Folclore e alguns conselhos (1)  

 

Manuel Abreu Castro

Como pessoa interessada e atenta aos usos, costumes e tradições dos nossos antepassados, resolvi dar o meu contributo (e toda gente que gosta destes temas também devia dar) para ajudar as organizações (Ranchos e Grupos Folclóricos) que divulgam e representam os modos de vida dos nossos antepassados. Todos sabemos que esses testemunhos desse tempo vão escasseando por isso à que juntar todos os testemunhos disponíveis. Eu como pessoa que gosta de etnografia e folclore, e que já passei por alguns ranchos folclóricos, além de ter feito pesquisas através de conversas com pessoas idosas (e agora também com a ajuda das novas tecnologias) e em conversas com gente jovem, cheguei a uma conclusão a qual vou dividir em três vertentes.

Administração ou Direções das Organizações (Ranchos e Grupos Folclóricos)

Toda a gente sabe que a maioria das administrações dos ranchos ou grupos folclóricos são compostas por gente com pouca formação, gente de origens humildes que nem tinham posses para estudar, gente que só pensava em trabalho para levar a vida e que por isso não tinha tempo para pensar na sua formação. Por esses motivos há várias administrações que gerem os ranchos ou grupos folclóricos como se geria uma associação há 40 ou mais anos atrás. Assim, encontram grandes dificuldades para se adaptarem ao modo atual de gerir e por conseguinte ter uma boa administração.

É básico que se uma administração for deficiente se percute por toda a organização e aí começam os problemas. Há jovens que entram nestas organizações com um certo receio, quer pela inexistência de informação dos vários órgãos de comunicação, quer por certas declarações que se fazem tentando fazer do folclore “uma coisa parola”, por isso nunca chegam de início a entrar com os dois pés, só se integrando em pleno passado algum tempo e se por acaso encontrar dentro da organização quem os ajude, quem os motive e os esclareça.

Se por acaso dentro da organização houver problemas, a sua saída é rápida e depois esses administradores não fazem uma análise exaustiva a essa saída rápida dos jovens, desculpando-se dizendo que os jovens não gostam de folclore isso é uma das piores desculpam porque tal como as declarações depreciativas ao folclore isso vai aumentando a desconfiança de outros jovens potenciais candidatos à entrada. Por isso é urgente mudar a forma de dirigir. 

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