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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Ao sabor do pensamento…
 

 

Lino Mendes (Portugal)


Uma das facetas negativas que caracteriza o português (muitos pelo menos) é a facilidade com que calunia o próximo, de uma maneira geral atingindo os que singram na vida, quer no campo económico ou do prestígio social. Eles não sabem o que dizem, diz-se, são uns pobres analfabetos. No entanto e em meu entender, nunca o analfabetismo foi responsável por tais comportamentos, nem uma carreira académica os evita.

Quem é que  trabalha de graça? Deixem que ele lá se amanha! E é assim que festeiros e responsáveis por associações vão sendo mimoseados, por vezes através de torpes insinuações.

Naturalmente, que em nome da transparência de processos, todo o colectivo deve apresentar contas a quem de direito, e de maneira a que quem as analisar as possa compreender Isso não se discute. E o remédio para a calúnia passa necessariamente por sentar no banco dos réus aqueles que ousam, embora na sombra porque a cobardia a mais não permite, denegrir o nome de gente séria sem que para tal tenha motivos.

Mas como prová-lo, se aqueles que vêm contar que fulano diz avisam logo que o negarão se forem chamados a testemunhar”?

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