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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Postal da minha aldeia

Lino Mendes (Portugal) 

Embora com a Revolução Francesa cessassem as fronteiras sociais, também considero que a vivência da burguesia não lhe confere a marca de folclore. Nem sempre, dizem-me, mas gostava que me explicassem - refira-se que não estou a contestar tal afirmação… - quando o é.

Mas passemos agora à designação de RANCHO com a qual nem todos concordam, e o amigo Engº Faria (Jornal FOLCLORE), entrando pelos caminhos da gastronomia, lembra que na sua região serrana do Caramulo, o rancho não faz parte da tradição. Por lá é mais chanfana de cabra velha, caldo, papas, escoado de legumes com batatas e pescado, feijoada, favas, galinha estofada e rojões. Rancho, não”.Mas por cá e não só claro, RANCHO significa grupo de trabalhadores - o rancho que foi para a Charneca, o rancho que anda a ceifar, o rancho que foi contratado para a monda, etc., etc., etc.Para mim, que não sou detentor da verdade absoluta, não poderia haver melhor designação para um grupo de rapazes e raparigas/ homens e mulheres, que se propõe representar os usos e costumes das nossas gentes de antigamente. Diga-se no entanto, que mais modernamente, mas pouco o sabem, também por aqui apareceu uma ementa chamada “rancho”.

Entretanto, falemos da “presilha” da camisa que já vi colocada ao meio e abotoada num botão ali pregada para o efeito. A verdade é que dantes tudo o que se usava tinha uma razão de ser, e por aqui, ponto assente, a dita presilha era para abotoar nas ceroulas. E já agora falemos da cinta, que já tenho ouvido afirmar se usar sem a ponta caída para o lado. É um facto, mas apenas quando em traje do trabalho.

Refiro-me, claro está, a Montargil, pois não tenho o hábito de falar do que não conheço.

 
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