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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Gente de Antigamente

 

Lino Mendes (Portugal)
 

Parece-me oportuno referir que os textos que, sem a devida sequência de temas, estou enviando para publicação no Portal do Folclore Português, estão entre os que, sendo  fruto de  30 anos de pesquisa, integrarão o livro GENTE DE ANTIGAMENTE.

Certo que uma festa do Folclore é sempre uma homenagem às gentes de antigamente, se bem que centrada nos seus tempos lúdicos e de lazer, mas não podemos ignorar a sua vida de trabalho, de muito suor e lágrimas se bem que arranjassem sempre tempo especialmente para o balho. Talvez porque assim era uma maneira de vencer a dureza do trabalho, diziam-ma as gémeas Margarida e Ramira, que muito me falavam sobre a ida às vindimas. Eram dois dias de caminho, a pé, com o farnel à cabeça e dormindo no caminho,”ao tempo”. E aos 6 anos já apanhavam tremoços. Por sua vez, a senhora Joaquina Fidalga dizia-me que aos 11 anos começou a apanhar azeitona e a arrancar mato. E que era um luxo ter um bocado de pão de trigo para servir de conduto.

É preciso contar às novas gerações a história desta GENTE. E tudo faremos para que isso aconteça!

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