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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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CONVERSAS PARA UMA CULTURA DAS TRADIÇÕES ( II )

Lino Mendes (Portugal)

Ser ou não ser de folclore, eis a questão, e tudo seria mais fácil se houvesse a tal Educação para a Cultura da Tradição. Porque o público também gosta do que está adulterado, que por vezes até é bonito, e não é isso que está em causa, e até por vezes e face a dois grupos (um representativo e outro não) há quem diga quanto ao primeiro, que “ele há aqui qualquer diferença, que eu não sei explicar, mas sinto”.

Há, pois, um enorme trabalho de pedagogia a realizar, do qual não se podem alhear os Ministérios da Cultura e da Educação, assim como a comunicação social com enorme relevância para as Televisões. 

Não tenho números concretos, mas a maioria de grupos que de folclore se intitulam, de facto não o são. E alguns sinais negativos dado serem de expressão nacional, nota-se, como se costuma dizer, à vista desarmada. Havendo depois os específicos de cada região, que marcam as diferenças que caracterizam cada uma das mesmas, por vezes até de localidade para localidade.

Entretanto…

Situemos um grupo no início do século XX, mesmo até uns anos depois do mesmo. E se esse grupo deve ser o “retrato”possível das gentes de antanho, está errado que usem saias pelo joelho, que usem relógios de pulso, que usem pinturas e cabelo à moderna, que vistam de igual pois o povo não se fardava, que andem com medalhas penduradas no fato, que usem óculos de sol, e algo mais haverá que agora não me recorda. Mas depois existe todo um trabalho de pormenor que tem a ver com os usos e costumes, com as tradições específicas da terra ou região em causa, desde os bailes às fainas, dos ritos à gastronomia, das festas aos jogos tradicionais, de toda a vivência de um povo onde o progresso ainda não tinha chegado, onde as transformações aconteciam “sem assinatura”.

E se digo que um grupo deve ser o “retrato possível” porque estou entre os que consideram que o puro e o genuíno não são possíveis.

 
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