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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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A Opinião do Dr. Humberto Nelson Ferrão
»» Celebrações nacionais, eventos regionais:
a (re)construção do Ribatejo

Durante os anos 30 começa a assistir-se a um conjunto de manifestações de índole nacional e regional destinadas a mostrar as potencialidades e capacidades de realização local, como também para mostrar e estimular o “regionalismo nacional”. Um pouco por todo o lado vão-se realizando eventos que convocavam um conjunto de valores do ressurgimento folclórico e etnográfico que estimulam e privilegiam a unidade e coesão nacionais a partir dos sentimentos de pertença a uma terra, a um lugar, por mais ínfimo e distante do centro que seja.
»» Ranchos, Associativismo e Poder Político
1- Em primeiro lugar começamos por defender o seguinte: os ranchos folclóricos são associações como qualquer outra; mas o seu trabalho não parece ser considerado como tal pelos próprios ranchos. Estes não se comportam como se fossem uma associação com uma perspectiva global do trabalho associativo, com outra capacidade para atingir os seus objectivos mais facilmente; isto parece-me sem muitas dúvidas...
»» Ler a mudança no Folclore: aproveitar conceitos já inventados
Vai realizar-se em Novembro mais um dia de reflexão sobre as coisas do folclore, mais uma vez em Santarém.
Também já no final da década de 80, juntamente com um grupo reduzido de protagonistas, de gente ligada aos ranchos folclóricos e ao fenómeno cultural que estes implicam, incentivei um encontro para reflexão e agilização das concepções e contributos de cada um sobre esta problemática.
»» Museu do Campino: uma carência cultural!
A ideia não é de agora. Há condições e elevado interesse na criação de um Museu  do Campino, no Distrito de Santarém ou na dita Província do Ribatejo. Ela já baila na cabeça desde 1999.
E cada vez mais pensamos que existe uma carência deste equipamento na região, em virtude da valorização das manifestações de enaltecimento que esta função profissional tem acolhido junto dos mais variados poderes – pela escrita, pela oralidade, pelas Festas e Feiras, pelo exacerbado discurso ideológico, ao longo de décadas.
Textos e opiniões de outras pessoas>>>

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