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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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A Opinião de Carlos Gomes (*)

 

 

 

 

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»» O Folclore e os perigos da Internet
O país que em regra a televisão transmite aos seus telespetadores é completamente distinto do país que a maioria dos portugueses conhece – o país onde se trabalha, reza, canta e dança apesar das dificuldades que o povo atravessa.
»» Ourém pode ser a Capital Mundial do Folclore!
Geograficamente situado no centro do país ou melhor, do seu território continental, o Concelho de Ourém constitui também do ponto de vista etnográfico uma zona de transição entre regiões tão distintas como o Ribatejo, a Beira Litoral e a Alta Estremadura. Também o Alto Alentejo e a Beira Baixa se encontram cultural e geograficamente próximos de Ourém.
»» O Folclore na era do disco vinil
Com o aparecimento em 1948 do disco de vinil, os antigos discos de 78 rotações que eram utilizados nas velhinhas grafonolas foram guardadas no baú das memórias. A partir de então, começaram a produzir-se em série de dois formatos: o Long Play (LP) ou seja, de longa duração, com 33 rotações por minuto e o single de 45 rotações.
»» Religião Popular e Religião Cívica
Desde o começo da sua existência, o Homem procurou sempre encontrar explicações para os fenómenos do mundo que o rodeia, desde a sua origem às alterações resultantes das ações climáticas e das estações do ano que interferem no ciclo de renascimento da natureza e dos vegetais, essencial à preservação da vida e à sobrevivência da comunidade humana.
»» Será a defesa da autenticidade no Folclore uma causa perdida?
A preocupação relativamente à necessidade de se preservar a autenticidade dos usos e costumes do povo na representação dos grupos folclóricos parece ser uma batalha perdida.
»» Congresso de Etnografia e Folclore de Braga, em 1956, foi analisado pelos Deputados da Assembleia Nacional
É frequente, nos dias que correm, o termo folclore ser empregue depreciativamente nomeadamente por parte de quem mais responsabilidade possui na defesa do nosso património cultural. Mas nem sempre foi assim…
»» Homenagem aos pescadores que não temem o mar!
Como disse o sábio grego Platão, existem no mundo três espécies de homens: os vivos, os mortos e os que andam no mar. Essa verdade torna-se particularmente evidente quando, na praia, as mulheres aguardam ansiosas o regresso dos pescadores, trazendo consigo o peixe que há-de ser o seu sustento.
»» A Etnografia no Postal Ilustrado
Desde os tempos mais remotos, o Homem procurou sempre conhecer diferentes terras e culturas, partir à descoberta de outras civilizações e povos com outros usos e costumes, tendência que foi sempre acentuada com o desenvolvimento da actividade mercantil, nomeadamente as grandes rotas comerciais e o estabelecimento das feiras medievais.
»» A importância cultural da Antroponímia
O acto de atribuição do nome próprio a um indivíduo à sua nascença ou à beira da pia baptismal não constitui mais um procedimento administrativo como se de um mero registo de matrícula se tratasse mas antes um ritual através do qual o recém-nascido recebe uma identidade que o acompanhará durante toda a sua vida e para além dela, enquanto a memória dos outros seres humanos perdurar.
»» O Folclore e a divisão social do trabalho
A divisão social do trabalho constitui uma das características das sociedades humanas. O aparecimento de novos ofícios levou à necessidade de, no seio de uma determinada comunidade, alguns indivíduos se especializarem em determinadas tarefas e a elas se dedicarem quase exclusivamente.
»» Devem os Grupos Folclóricos profissionalizar-se?
Numa sociedade assente na economia de mercado, quase todos os bens de consumo são transaccionáveis ou seja, constituem uma mercadoria sujeita às leis da oferta e da procura. Entre eles encontra-se, como não podia deixar de suceder, a própria cultura cujo acesso depende de igual forma da capacidade económica do potencial consumidor.
»» Porque os políticos desprezam o Folclore?
Uma vez mais, por ocasião da passagem de ano, a comunicação social vai mostrar-nos um grupo folclórico proveniente de uma região algures do país a cantar as janeiras ao Presidente da República e ao Primeiro-ministro e a serem recebidos com grande hospitalidade nas respectivas residências oficiais. Trata-se de um momento particularmente enternecedor porquanto ficamos plenamente persuadidos de que, ao receber em suas casas a gente simples que lhes bate à porta para...
»» Folclore: das Paradas Agrícolas aos Cortejos Etnográficos
Os cortejos etnográficos constituem um espectáculo geralmente muito apreciado do público, mesmo comparativamente às exibições de ranchos folclóricos, vulgarmente designadas por festivais. Em diversas localidades do país, eles integram as respectivas festividades, atraindo milhares de forasteiros e tornando-se, quase sempre, um dos momentos mais apreciados do público. São exemplo o cortejo nas Festas em Honra de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo e nas Feiras Novas, em Ponte de Lima.
»» O Folclore virou mercadoria da sociedade de consumo
Mais do que uma forma de representação das nossas tradições populares, o folclore tem vindo cada vez mais a transformar-se numa mercadoria e a proporcionar o aparecimento de novas profissões a ele associadas, com especial incidência para as que se relacionam com a actividade dos ensaiadores, dos tocadores e dos próprios empresários do folclore, ou seja, aqueles que dirigem os respectivos grupos e fazem a gestão dos seus contratos.

(*) Licenciado em História

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