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»» O SABER NÃO OCUPA LUGAR >> Textos, Opiniões e Comentários Pub

A Opinião de Carlos Gomes (*)

Se quiser comentar algum dos artigos de opinião do Dr. Carlos Gomes, envie-nos um email. Será, posteriormente, publicado online.  
»» Em Fátima: Casa-Museu de Aljustrel é um espaço etnográfico
Milhares de peregrinos de todo o mundo afluem todos os anos ao Santuário da Cova da Iria, em Fátima. Não raras as vezes, as estradas assemelham-se a carreiros de formigas laboriosas que rumam àquele local de culto e meditação.
»» A chaminé na arquitectura tradicional portuguesa
A chaminé constitui um dos elementos da arquitectura tradicional que, para além da sua funcionalidade, adquire consoante a região em que se insere características que respeitam às condições ambientais e ainda elementos decorativos de interesse etnográfico.
»» A Etnografia estuda o Povo e não o indivíduo isolado
A propósito do fato do morgado de Covas
É o povo enquanto grupo social, visto numa perspectiva de conjunto, analisando a sua identidade étnica, as suas origens, os seus usos e costumes que constitui o objecto de estudo da Etnologia e, consequentemente, da sua própria descrição ou seja, a Etnografia.
»» O Folclore e a sua representação - Musealização e Estilização
O advento da indústria na segunda metade do século dezanove arrancou à terra milhões de camponeses para engrossar as fileiras de um enorme exército de operários que asseguraram o funcionamento de grandes fábricas onde todos os bens passaram a produzir-se numa economia de escala.
»» No Centenário da Implantação da República: Folclore e Política - As Políticas do Folclore
Nos anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974, existiu um “grupo de danças” que então apresentava coreografias assaz curiosas, alegadamente baseadas no folclore minhoto. Entre outras bizarrias, dançavam uma chula na qual, os dançarinos, empunhavam foices e martelos, estilizados, construídos em madeira...
»» A Toponímia e a Etnografia - Olivença recupera toponímia portuguesa
A designação de um local ou sítio está invariavelmente ligado à sua descrição física ou associado a algum sucesso que ali tenha ocorrido ou a alguém que por algum motivo lhe tenha conferido notoriedade. Em face disso, podemos sempre daí retirar alguma informação que nos ajude a compreender as suas origens ou a sua natureza geográfica.
»» Nem tudo quanto a concertina toca é folclore
O Minho caracteriza-se no que ao folclore e à etnografia diz respeito pelo colorido exuberante dos seus trajes e a alegria jovial das suas danças e cantares. Não existe, porventura, região do país onde a representação do folclore seja vivida tão intensamente nas suas festas e romarias,
»» Técula-mécula: o símbolo da doçaria de Olivença
Pese embora a influência sobretudo extremenha resultante de mais de dois séculos de ocupação ao longo dos quais foi incentivado o povoamento por pessoas oriundas de outras regiões de Espanha, persistem ainda em Olivença marcas visíveis da cultura portuguesa, nomeadamente na sua gastronomia tão caracteristicamente alentejana.
»» A influência da moda no Folclore
Os grupos folclóricos constituem repositórios dos usos e costumes de uma região ou localidade determinada e com referência a uma época que deve ser identificada. Por conseguinte, desde que se apresentam trajados – e não apenas em palco – devem cuidar da sua aparência para que a representação que fazem seja coerente e, dessa forma, conferida de dignidade.
»» Casa de Ourém foi dissolvida
A Casa de Ourém, em Lisboa, encontra-se em fase de dissolução. O remanescente está a ser inventariado a fim de se incorporar no património da Câmara Municipal de Ourém. O seu espólio é destinado à Biblioteca Municipal, o Arquivo Histórico e Museu de Ourém, sendo que nalguns casos será encaminhado para instituições de beneficência e outras associações oureenses.
»» Olivença - Terra Alentejana
Quem de Juromenha ou do Alandroal se acerca do rio Guadiana vislumbra na outra margem um pequeno ancoradouro e, mais distante, a pequena aldeia de Vila Real, outrora denominada por Aldeia da Ribeira.
»» Courenses são Papeiros - Minhotos são "Picamilho" - A propósito das rivalidades étnicas
Existem alcunhas que, não constituindo gentílicos, identificam as gentes oriundas de uma determinada região ou localidade. Elas resultam de uma rivalidade étnica que sempre existiu, as quais por vezes descem aos estreitos limites do lugarejo quando não mesmo do agregado familiar.
»» Caminhos de sirga no Douro são um hino ao labor das gentes dourienses
Antes do aparecimento do comboio e, mais recentemente, das modernas rodovias, o barco foi durante bastante tempo um meio privilegiado de transporte de pessoas e mercadorias. Ao longo de séculos e à falta das enormes pontes suspensas, a ligação entre as duas margens do rio Tejo apenas era feita por via fluvial.
»» A Etnografia no Ex-Librismo
Decorre no Museu de Marinha, em Lisboa, uma interessante exposição acerca de “Ex-Líbris do Mar”, prolongando-se até ao final do próximo mês de Outubro. Organizada pelo Grupo de Amigos do Museu de Marinha, o certame apresenta uma valiosa colecção agrupada por diferentes núcleos temáticos...
»» Arganilenses foram leiteiros em Lisboa
Pela sua localização geográfica e a importância histórica que teve no contacto com diferentes povos e culturas, nomeadamente na época dos Descobrimentos, Lisboa constituiu desde sempre uma cidade cosmopolita, talvez mesmo aquela que algum dia logrou colocar em contacto maior número de gentes das mais diversas origens e promover a sua convivência pacífica.
»» Embarcações tradicionais portuguesas e a arte da construção naval
Desde os primórdios da sua existência, o Homem sentiu a necessidade aproveitar os recursos do mar para garantir a sua própria sobrevivência e, simultaneamente, transpor e utilizar como meio de ligação àquilo que à partida representava um obstáculo a estabelecer separação com outros espaços físicos.
»» Os Espigueiros são monumentos de arte popular que evocam a cultura do milho
Um pouco por toda a região do noroeste peninsular, surge frequentemente na paisagem rural um tipo de construção bastante característica que, pela graciosidade que possui, tornou-se num elemento emblemático daquela região – o espigueiro!
»» Moinhos de Maré: um Património a preservar
O moinho de maré de Corroios, no concelho do Seixal, foi mandado construir por D. Nuno Álvares Pereira em 1403, já lá vão mais de seis séculos de existência. Situado junto à baía, encontra-se adaptado a ecomuseu, atraindo regularmente numerosos visitantes que desse modo entram em contacto com aspectos ligados à etnografia e à tecnologia associada ao aproveitamento da energia das marés.

(*) Licenciado em História


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