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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Folclore já chegou às prateleiras dos supermercados

Carlos Gomes(*)

 

Desde há algum tempo que, ao fazerem as suas compras nos supermercados das grandes superfícies comerciais, os clientes são contemplados com a atuação de grupos folclóricos e etnográficos das mais diversas regiões do país.

Os estrategas de marketing viram na atuação de grupos folclóricos uma forma de atração do público consumidor e simultaneamente de promoção de produtos regionais mais caraterísticos como sucede com a doçaria, enchidos e queijos tradicionais.

E muitos grupos não se fizeram rogados, passando a exibir-se nos hipermercados, percorrendo os longos corredores de prateleiras apinhados de chouriços, detergentes e outros produtos recomendáveis para a higiene pessoal, fazendo destes locais um palco privilegiado para a sua atuação.

A crise económica agravou certamente a dificuldade com que se debatem alguns grupos folclóricos e, à semelhança do que noutros tempos faziam os ceguinhos, passaram a atuar nos supermercados, seguramente a troco de uma refeição ou de um pacote de esparquete, pois é sabido que os gerentes destes estabelecimentos não são muito reconhecidos pela sua generosidade.

Não podendo dizer-se que se trata de uma situação muito dignificante para o folclore, esperemos ao menos que ninguém se lembre de bordar a publicidade nos trajes e vir depois garantir que era tal e qual como no tempo dos nossos avós!

(*) Jornalista, Licenciado em História
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