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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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»» Promoção e divulgação dos Grupos de Folclore na Internet Pub
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  Páginas dos Grupos de Folclore que aceitaram a nossa proposta...
 
»» Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela
O Rancho Folclórico Honra e Glória de Arrentela, inicialmente designado como “Grupo de Danças e Cantares de Arrentela”, nasceu da ideia de um grupo de jovens, por ocasião das Festas Religiosas da Freguesia, no dia 1 de Novembro, em honra de Nossa Senhora da Soledade, numa encenação alusiva às origens da festa “O grande terramoto de 1755”.
»» Rancho Folclórico de Maiorca
O Rancho Folclórico de Maiorca foi criado efetivamente em 30 de maio de 1963, mas dizem os mais antigos que este teve as suas origens entre 1918 e 1922, quando um grupo de mulheres e homens que faziam parte da nossa Associação se reuniram, para criar um grupo, para festejar o 1º de maio, onde ficavam consagrados os 2 maiores prazeres das gentes de Maiorca, ou seja, cantar e dançar, uma vez que naquela época, só havia tempo para as danças no final da labuta diária dos trabalhos rurais nos belos campos do Baixo Mondego, de onde muitos ainda hoje tiram o seu sustento.
»» Grupo Folclórico e Etnográfico de Belide
O Grupo Folclórico e Etnográfico de Belide, munido da consciência daquilo que é o puro folclore e de uma forte vontade de salvaguardar o património popular e a identidade cultural da freguesia, pretende salvaguardar, divulgar e reproduzir o mais fielmente o quotidiano das gentes da Região do Baixo Mondego, com especial ênfase para a freguesia de Belide, desde meados do século XIX até 1920.
»» Grupo Folclórico da Casa do Povo de Serzedelo
O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Serzedelo foi fundado em 1980, tendo iniciado a sua actividade em 1981. A sua fundação deve-se a um grupo de entusiastas que numa festada de estilo minhoto, realizada num cortejo destinado ao Mosteiro Paroquial de Serzedelo, apresentaram danças tradicionais do Baixo Minho, mais concretamente do concelho de Guimarães, baseadas no malhão, no Vira, na Cana Verde e na Chula.

»» Grupo Folclórico de Santa Eulália de Beiriz
A Associação Amizade de Santa Eulália de Beiriz, fundada a 18 de Outubro de 1979, apresenta um folclore tipicamente minhoto, embora se façam sentir algumas influências do Douro Litoral. Vivendo numa região cuja principal fonte económica é uma indústria de tapeçaria de renome mundial, são notórias as referências, quer nos trajes, quer em músicas, às tendências da cultura de Beiriz.

»» Grupo de Danças e Cantares do Catujal / Unhos
O Grupo de Danças e Cantares do Catujal / Unhos foi fundado a 11 de Dezembro de 1993, no Catujal, freguesia de Unhos, concelho de Loures. Tudo começou cerca de 6 meses antes, com o empenhamento de um certo número de pessoas que para aqui vieram morar á muitos anos atrás, oriundos de diversos pontos do país, entusiastas das cantigas e danças populares e uma grande vontade de conviver alegremente, pelo que pensaram em formar um “Rancho”, o que iria permitir uma reunião uma vez por semana e assim dar largas à alegria de viver.

»» Grupo Etnográfico da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Paredes de Coura
Foi em 1983, por altura das festas concelhias locais, que o Grupo Etnográfico da ACRD de Paredes de Coura se deu a conhecer. Inspirado no extinto Grupo Folclórico Miguel Dantas, o Grupo Etnográfico procurou uma recolha fiel de danças, de canções e de trajes do concelho de Paredes de Coura, sendo esse trabalho contínuo. Tem participado em inúmeros festivais, dentre os quais refira-se o Festival Folclórico do Alto Minho. O Grupo Etnográfico foi responsável pela organização do segundo festival (1992), que se veio a lograr um verdadeiro êxito, e pelo do corrente ano (realizou-se em Junho último).

»» Grupo de Cavaquinhos "Os Teimosos"
Teimoso”: Indivíduo que teima, insiste. É assim que o dicionário define a palavra e é assim que o Grupo de Cavaquinhos “Os Teimosos” se define. Teimam em aprender a Tocar e a Cantar, insistem em divulgar o nosso património cultural através de canções tradicionais.

»» Rancho Folclórico da Associação Portuguesa de Berna
Em Berna, cidade suíça onde nas últimas décadas alguns milhares de portugueses passaram a residir e labutam nas mais variadas actividades, juntou-se em 2008 um grupo entusiasta de amigos do Folclore que, com a sua disponibilidade, trabalho, muito querer e algum saber, avivaram a possibilidade de voltar a formar um Rancho Folclórico. Com boa vontade e grande dedicação de todos, lá têm vindo a ser acertados uns passinhos que a cada ensaio vão melhorando.Também tem sido fundamental o interesse em encontrar os trajes adequados para digna apresentação dos costumes que sabemos serem tão ricos no folclore português e só continuando a buscar e a acreditar poderemos um dia ter ainda mais orgulho nas tradições que se devem preservar.

»» Associação Danças e Cantares de Gestaçô
Contando já com muitos anos de existência, o Rancho Folclórico da Associação Danças e Cantares de Gestaçô é composto, na sua maioria, pelas pessoas que iniciaram as actividades de Folclore na freguesia de Gestaçô, elementos fundadores que conseguiram reunir um grupo de “dançadores e cantadeiras” para participar num cortejo de Nossa Senhora da Graça, em 1971. Alguns anos depois, ocorria a ligação deste Grupo, inicialmente conhecido por Rancho de Quintela à Casa do Povo, com a Casa do Povo. Mas esta instituição não prestava todo o apoio necessário ao Grupo, e a sua paragem revelava-se, portanto, inevitável.

»» Rancho Folclórico Típico Madeirense do Morro do São Bento
O Rancho Folclórico Típico Madeirense do Morro do São Bento, foi fundado em 1975 por moradores do Morro de São Bento em Santos/SP, e da sua primeira Direcção fizeram parte portugueses oriundos da Ilha da Madeira e descendentes já nascidos no Brasil. Tem como principais objectivos divulgar o Folclore e a Etnografia da Região Autónoma da Madeira, através de apresentações artísticas, nas quais apresenta danças, cantares e trajes características daquela região de Portugal, sem esquecer os valores históricos e humanos; promover um maior intercâmbio entre os Ranchos Folclóricos através de relações com instituições congéneres, e proporcionar periodicamente reuniões de convívio e partilha da família madeirense e luso-brasileira.

»» Rancho Folclórico Flor do Alto Alentejo
O Rancho Folclórico Flor do Alto Alentejo é da linda cidade de Évora, Património Mundial. Nasceu a partir de uma Festa de Natal do Hospital Distrital de Évora, hoje Hospital do Espírito Santo. Fez a sua primeira actuação em 26 de Abril de 1981 integrada nas Comemorações do 25 de Abril.  Desde então tem actuado um pouco por todo o País, dando a conhecer as nossas danças e cantares.

»» Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca
O Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca foi fundado em 26  de Maio de 1989, e tem como principal objectivo: “recolher, preservar e divulgar o Folclore da zona saloia de Sintra”, para além de ocupar os tempos livres de crianças e jovem da localidade onde está inserido. Durante a sua existência, o Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca, tem actuado por todo o concelho de Sintra, a convite de Colectividades e Comissões de Festas, e por protocolo com a Câmara Municipal de Sintra.

»» Rancho Folclórico Flôr do Montejunto
O Rancho Folclórico Flôr do Montejunto, situado no sopé da Serra do Montejunto, goza de 24 anos de existência. Nasceu de Marchas Carnavalescas que, em tempos, faziam passados grande furor nas pessoas da localidade de Cabanas de Torres e das localidades vizinhas.

»» Grupo Folclórico do Minho / Ave - Norte de França -Tourcoing
O Grupo Etnográfico do Minho / Ave - Norte da França - Tourcoing foi fundado em 1971. Representamos a Região do Baixo Minho, Guimarães e Vila Nova de Famalicão, através das danças e dos trajes que apresentamos ao público. O Grupo é constituído por 40 elementos, e tem participado em vários Festivais Internacionais de Folclore e viajado para promover e divulgar as nossas raízes em vários países como Alemanha e Bélgica.

»» Grupo Folclórico e Etnográfico “Os Camponeses“ de Vale das Mós
Foi fundado em 16-02-1987 pelo Clube Cultural e Recreativo de Vale das Mós, na sequência de uma iniciativa realizada no Carnaval desse ano. Em 1990, foi formalmente constituído com a designação de Grupo Folclórico e Etnográfico “Os Camponeses“ de Vale das Mós. Pertence ao concelho de Abrantes, distrito de Santarém, e à antiga província do Ribatejo. É Sócio Efectivo da Federação do Folclore Português e está inscrito na Fundação INATEL como Centro de Cultura e Desporto (CCD).

»» Associação Cultural e Recreativa de Folclore de Paços
A Associação Cultural e Recreativa de Folclore de Paços (ACRFP) - Fafe foi fundada em 13 de Dezembro de 1991, tendo como objectivo dar continuidade às tradições e reviver os cantares e dançares do Baixo Minho, levando sempre consigo a alegria e o bom folclore. Esta Associação tem um enorme leque de participações em Festas e Romarias da região, tendo também participado em diversos Festivais Folclóricos, e contando já com uma participação em França em 2002. Esta Colectividade tem cerca de 50 associados e neste momento está sediada no Antigo Edifício do Jardim de Infância desta Freguesia.

»» Grupo Danças e Cantares de Serreleis
O Grupo Danças e Cantares de Serreleis, fundado em Setembro de 1982, por Domingos Fernandes Vieira, e baptizado na Igreja de S. Pedro de Serreleis em Julho de 1983, continua a ser o único embaixador da cultura da sua terra.

»» Rancho Folclórico de S. Pedro de Souto
Inserido em plena região do Alto Minho, na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês, o concelho de Arcos de Valdevez tem riquíssimas tradições ligadas ao folclore, dignas de serem representadas com fidelidade, perseverando assim aquilo que de melhor faziam os nossos antepassados, quer nos trabalhos agrícolas, quer nas festas e romarias. No Alto Minho não havia desfolhada do milho ou espadelada do linho que não desse motivo para se dar um pezinho de dança e entoar algumas daquelas cantigas que toda a gente conhecia e sabia de cor. As festas e romarias do Alto Minho sempre foram verdadeiras manifestações de alegria, da parte do povo desta região, que se “apressava” em cantar e dançar a chula, o vira ou a caninha verde.

»» Grupo Folclórico "Os Camponeses de Navais"
O Grupo Folclórico "Os Camponeses de Navais" nasceu em 1983 e, desde a sua fundação, tem desenvolvido a sua actividade etnográfica e folclórica respeitando, com grande rigor, os usos e costumes do Povo da Freguesia de Navais e do Concelho da Póvoa de Varzim. Um dedicado trabalho de pesquisa etnográfica trouxe ao Grupo trajes característicos das diversas fainas ligadas ao Campo e à Festa.

»» Grupo Folclórico de Ganfei
O Grupo Folclórico de Ganfei foi fundado há 60 anos (01.10.1951), e os trajes que apresenta são originais da sua terra, denominados de «encosta da serra». Conta com inúmeras actuações em Portugal. Espanha e França, tendo gravado discos comerciais e participado em programas da Emissora Nacional e da Rádio Clube Português. Em 2007, gravou um CD e um DVD no Palácio da Brejoeira, em Monção, ex-libris da região relacionado com o Vinho Alvarinho.

 
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