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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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1.- Economicamente, o porco é um tesouro, um bom negócio, uma exigência:

 

- Amigo velho, toucinho e vinho velho;
- Bácoro em Janeiro com seu pai vai ao fumeiro;
- Bácoro de meias não é meu;
- Bácoro fiado, bom Inverno e mau Verão;
- Com um pedaço de toucinho, leva-se longe um cão;
- Cozido sem toucinho e mesa sem vinho não valem um tostão;
(ver mais >>>>)

2.- O reco, na práxis, é um livro aberto, biológica e moralmente:

- Aí é que a porca torce o rabo;
- A mau bácoro, boa lande;
- Anel (arganel) de ouro em focinho de porco;
- Ao porco e ao genro, mostra-lhe a casa,  e ele virá cedo;
- A porca, apenas lavada, revolve-se na lama;
- A porco gordo, unta-se-lhe o rabo;
(ver mais >>>>)

3.- O porco na culinária:

- Atar e pôr ao fumeiro, como o chouriço da preta;
- Cabrito e leitão de um mês, e cordeiro de três;
- Carne magra, de porco gordo;
- Fogo viste, linguiça!
- Leitão com vinho torna-se menino (tenrinho);
- Leitão de mês, cabrito de três, mulher de dezoito e homem de vinte e três;
- Leitão de mês, pato (marreco) de três;
- Lombo assado, lombo perdido;
- O leitão e o pato, do cutelo ao espeto;
- Ossos da suã (assuã), beiço untado (barba untada), barriga vã;
- Presunto, vinho e toucinho, os da Turquia são os melhores;
- Unhas de porco, poucas e bem cozidas;

Salvador Parente Ribeiro
Encontro «Saber Trás-os-Montes» - 10 e 11 de Outubro de 1996
Serviços de Cultura - Câmara Municipal de Vila Real

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