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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Aos números
 


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Quem não se escarmenta de uma vez não se emenda de três.
» Vale mais um é que duas muletas.
» Vale mais um farto do que dois famintos.
» Vale mais um pássaro na mão do que dois a voar.
» Vale mais um toma do que dois te darei.
» A dois ruins e dois tições nunca bem os campeões.
» Vale mais ter duas pernas do que três andas.
» A duas palavras, três pancadas.
» Não duas sem três.
» Três é a conta que Deus fez.
» Às três, é de vez.
» Às três, faz mezinha.
» A sebe dura três anos; o cão, três sebes; o cavalo, três cães; o homem, três cavalos; o corvo, três homens; e o elefante, três corvos.
» Três irmãos: três fortalezas.
» Quem ganha três e gasta quatro não precisa de bolsa ou saco.
» Quem nasce para quatro não chega a cinco.
» Quem tem cinco trunfos e não trunfa não será bom jogador nunca.
» É todo cheio de nove horas.
» Está entre as dez e as onze.
» Perdido por dez, perdido por cem.
» Está metido numa camisa de onze varas.
» Tanto faz dezoito como dúzia e meia.
» Deu no vinte.
» Aos vinte, cabeça oca: aos trinta, riqueza pouca.
» Quem aos vinte não quiser e aos vinte e cinco não tiver, aos trinta, venha quem vier.
» Quem aos vinte não barba, aos trinta não casa.

 

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