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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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À medicina caseira (1)
 

» Quem come a correr, do estômago vem a sofrer.
» Ao comer, nem um sobrescrito ler.
» Depois de comer, nem uma letra ler.
» Depois de jantar e depois de cear, passear.
» Quem em Maio não merenda à morte se encomenda.
» Quem ceia e logo se vai deitar má noite há-de passar.
» A ceia quer-se sem sal, sem luz e sem moscas.
» Quem bem ceia bem dorme.
» Ceia pouco: dormirás como um louco.
» Lombrigas e largas ceias têm as sepulturas cheias.
» Ao que demais come abre-lhe o garfo a cova.
» Se és velho e comilão, prepara o teu caixão.
» Mais mata a gula que a espada.
» Quem come pouco aproveita muito.
» Come como são e bebe como doente.
» Conforme comemos, assim vivemos.
» Come bem e folga: terás vida longa.
» Não comas quente: não perderás o dente.
» Não comas cru nem andes com o pé nu.
» O peixe deve nadar três vezes: na água, no molho e no vinho.
» Peixe de Maio a quem o pedir dai-o.
» Sável em Maio: maleitas todo o ano.
» Sardinha em Abril: vê-la e deixá-la ir.
» Em Agosto, nem sardinhas nem mosto.
» Por S. Silvestre, bacalhau é peste.

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