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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Ao frutos
 

» Amêixoas e ameixoeiras Deus as tire das nossas leiras.
» Ano de ameixas: ano de queixas.
» As Castanhas apanham-se quando caem.
» Do Cerejo ao castanho, bem me avenho. Do castanho ao cerejo, mal me vejo.
» Favas, Maio as traz, Maio as leva.
» Ano de Feijões, ano de pulgas.
» Ano de Figo temporão, ano de pão.
» Figo caído, para o senhorio; figo quedo, para mim.
» Uns comem os figos, a outros rebenta-lhes a boca.
» No tempo dos figos, não há amigos.
» O figo, para ser bom, deve ter pescoço de enforcado, roupa de pobre e olho de viúva.
» Tinha um figo para dar ao meu amigo, mas vi-o, comi-o.
» A Laranja, de manhã, é oiro; à tarde, é prata; e, à noite, mata.
» Vale mais uma laranja, em Janeiro, que maçã, de madureiro.
» O Melão e a melancia só se conhecem depois de abertos.
» São mais as Nozes do que as vozes.
» Dá Deus as nozes a quem não tem dentes.
» Em ano de nozes, prepara a lenha para o Inverno.
» De pequenino, se torce o Pepino.
» Com teu amo não jogues as Pêras: ele come as maduras e dá-te as verdes.
» Muita parra e pouca Uva.


 
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