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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Ao dinheiro
 


»
A quem é rico não faltam parentes.
» Onde há dinheiro, há amigos.
» Com dinheiro à vista, toda a gente é benquista.
» Quanto tens, quanto vales. Nada tens, nada vales.
» Quem dinheiro tiver fará o que quiser.
» Ladrão endinheirado não morre enforcado.
» Ladrão endinheirado passa por honrado.
» Ninguém morre enforcado, com a bolsa ao pescoço.
» Onde o dinheiro fala, a língua cala.
» Nada mais eloquente que uma bolsa quente.
» Riqueza e santidade: metade de metade.
» O dinheiro mal ganhado, agia o deu, água o levou.
» Dinheiros de sacristão, cantando vêm, cantando vão.
» Bolsa rota: dinheiro à solta.
» Não metas dinheiro em saco, sem ver se tem buraco.
» Bolsa vazia afugenta os amigos.
» Guarda o teu dinheiro para o mau tempo.
» Amor sem dinheiro não é bom companheiro.
» Quem pouco ganha e muito gasta, ou herdou ou roubou.
» Quem muito gasta e pouco tem, a pedir vem.
» Quem gasta mais do que tem, a pedir vem.
» Quem não poupa reais, não junta cabedais.
» Quem muitos filhos tem, não aveza vintém.
» Quem nasce para vintém, não chega a pataco.
» Quem paga o que deve, sabe quanto lhe fica.
» Arrenego de contas com parentes e de dívidas com ausentes.

 

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