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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Adágios sobre a caça (1)
 

» No tempo das perdizes, tanto mentes quanto dizes.
» Para caçar, calar.
» Nem moça boa na praça nem homem mau na caça.
» Oficial que vai à caça, não há mercê que Deus lhe faça.
» Mal haja o caçador doido que gasta a vida com um pássaro.
» Quem muito pula pouco caça.
» A caça sai só aos inocentes.
» Quem quer caçar não diz xó.
» Quem porfia mata caça.
» Se caçares não te gabes; se não caçares, não te enfades.
» Para caçador velho, cão velho.
» O caçador de lebres tem que ser coxo.
» Mulher de mercador que fia, escrivão que pergunta o dia, oficial que não vai à caça – não há mercê que Deus lhe faça.
» Quem em caça, política, guerra e amores se meter, não sairá quando quiser.
» A caçar e a comer não te fies no prazer.
» Guerra, caça e amores, por um prazer cem dores.
» A ir à guerra e a caçar não se deve aconselhar.
» Enquanto uns batem o souto, outros apanham a caça.
» Não é regra certa caçar com besta.
» Se queres cão de caça, procura-o pela raça.
» Mulher e cão de caça, procurai-os pela raça.
» Cão de boa raça, se não caça hoje, amanhã caça.
» A galgo velho deita-lhe lebre e não coelho.
» Galgo que muitas lebres levanta, nenhuma mata.
» O galgo à la larga a lebre mata.
» Em Janeiro nem galgo lebreiro nem açor perdigueiro.
» De Viseu quero o cão para coelho, e não o homem para conselho.
»
Ainda que teu sabujo é manso, não o mordas no beiço.
» Amor de mulher e amor de cão nada valem se nada lhe dão.
» A quem não sobeja pão não crie cão.
» Em Maio o rafeiro é galgo.
» De Baião, nem homem nem cão.
» Cão que muito ladra não é bom para caçar.
» Cão que lobos mata, lobos o matam.
» O cão no osso e a cadela no lombo.
» Cão que muito lambe tira o sangue.
» O cão velho quando ladra dá conselho.
» Cão azeiteiro nunca bom conselheiro.
» Cão com raiva morde o seu dono.
 

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Paulo Caratão Soromenho in "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos

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