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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Linheiro / Linheira  
 

 

De um correspondente do Minho recebeu o A. [José Leite de Vasconcelos] a seguinte informação: «depois de fiado o linho na roca, fica a maçaroca no fuso. A maçaroca vai para o sarilho, onde se forma a meada. A meada entra em barrela, para depois corar ao sol. Corada a meada, vai para a dobadoira formar novelos. Os novelos vão para a urdideira, onde se dispõem os primeiros fios da teia (urdidura ou urdume). A urdidura passa para o tear.»

A teia corresponde ao tecido, enquanto o fio está no tear; o pano é a teia já tecida. A urdidura é uma peça separada do tear; o urdume é o fio com que se urde. As mulheres, no Minho, vão trabalhar às casas dos donos do linho; o seu trabalho consiste em maçar, isto é, batê-lo com uma maça, e depois tascar o linho no cortiço (por isso lhes chamam tascadeiras). Essas mulheres têm almoço, fatiga (segundo almoço), jantar, m’renda; não têm ceia. Ao fim do dia, cada mulher, além da paga, recebe uma estriga, para no outro dia madrugarem bastante.

Informações retiradas de "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos
 
Também poderá gostar de ler sobre...
»» O ciclo do Linho  
 

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