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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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»» Literatura Popular e Tradicional >> O vinho na literatura oral (1) Pub

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O vinho na literatura oral (1)  
 

Cancioneiro:

O vinho branco é meu primo,
O tinto é meu parente,
Não há boda ou baptizado
Onde o meu primo não entre.
                                            
(Carvoeira, concelho de Viana do Castelo)

O frade vendeu, vendeu,
Não tinha mais que vender,
Vendeu o rabo da burra,
para de vinho o beber.
                                      
(Carvoeira, concelho de Viana do Castelo)


Ó meu amor vinho, vinho,
Ó meu amor vinho verde!
Vamos antes ao maduro,
Que apaga melhor a sede.
                                            
(Amarante)

Ó meu amor vinho, vinho,
Que água não sei beber!
A água é venenosa,
Tenho medo de morrer.
                                           
(Concelho de Paredes, distrito do Porto)

Quem quiser que eu cante bem,
Dê-me uma pinga de vinho,
Que o vinho é boa coisa,
Faz o cantar delgadinho.
                                            
(Concelho de Paredes, distrito do Porto)

Já comi e já bebi,
Já molhei minha garganta,
Eu sou como o rouxinol,
Quando bebe, logo canta.
                                             
(Penafiel)


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Informações e retiradas de "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos
 

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