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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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  Manual de Boas Práticas para os Agrupamentos de Folclore - Propostas (1)

Sérgio Fonseca
Director Técnico do Grupo Etnográfico de Lorvão

Introdução

Não poderei apresentar um tema sobre “Manual de Boas Práticas para os Agrupamentos de Folclore – Propostas”, sem antes fazer um pequeno intróito, daquilo que me vai na alma.

Estar no Folclore como elemento integrante ou com funções directivas, é, com toda certeza o assumir um conjunto de responsabilidades, que tem que ser dignificadas e que muitas vezes não se está preparado.

Antes de citarmos essa mesma palavra devemos analisa-la no seu verdadeiro significado, isto é, científico e literário.

Folclore. Ciência das tradições, crenças, costumes e artes populares; contos, canções ou lendas populares de uma região; demopsicologia[1].

Para podermos apresentar, transmitir e preservar um trabalho no âmbito da Etnografia passando pela Etnologia [2], temos que nos dispor a realizar um trabalho de recolha, estudo e tratamento desse mesmo trabalho.

Quem percorrer ou fizer este percurso, vai com toda a certeza entender todo um conjunto de práticas e normas, que lhe estão inerentes, ou se lhe quisermos chamar boas práticas, e, nada melhor do que isso passarmos por este teste de sabedoria popular que já vai desaparecendo que são os “antigos” eles sim, são ” um livro que começamos a desfolhar e nunca mais queremos fechar e deixar de ler”.

Proposta I – Formação de um Grupo de Folclore

Proposta II – Encontros / Festivais de Folclore: Recomendações

 

[1][1] Do Gr. dêmos, povo + psicologia  s. f.,  estudo da psicologia de um povo; folclore

[2][2] do Gr. éthnos, raça + lógos, tratado s.f., ciência que estuda os factos e documentos recolhidos pela etnografia; estudo de povos e de raças, nos pontos de vista dos seus caracteres psíquico e culturais, das suas diferenças e afinidades, das suas origens e relações de parentesco, etc.


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Intervenção apresentada no 1º Encontro Nacional de Folcloristas Internautas - Vila Real (Delegação do IPJ) 8.11.2003

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