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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Rogas (1)

Vão rapazes e raparigas com suas bagagens em sacos, às costas, e a broa em cestos para as vindimas do Alto Douro. Quando entram nas povoações começam a tocar, a contar e a dançar e assim as atravessem, detendo-se mais às portas das vendas. A música consta de rabeca ou harmónio, viola, ferrinhos e bombo. A dança é a chula.

Observei isto nos concelhos e Mesão Frio e Baião. São as rogas.

Cantiga:

Fui ao Doiro, à vindima,
Não achei que vindimar,
Vindimaram-me as costelas,
Foi o que eu lá fui buscar. (
Moimenta da Beira)

Também diziam, em Moimenta, aos que vão para as vindimas, por trabalharem estes muito e passarem mal:

Ninguém vá ao Doiro,
Que fica lá a pele e o coiro!

(in Etnografia Portuguesa, Dr. José Leite de Vasconcellos, Vol. V – pág.628)

Outro texto sobre as rogas (in Alto Douro – terra de vinho e de gente, A.L. Pinto da Costa, Edições Cosmos, Lisboa 1997, pág.287 e 288)
 


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