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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Rogador – indivíduo que vivia fora da região vinhateira do Douro, mais concretamente nos limites serranos do Alto Douro (Beira Alta e Trás-os-Montes) e que, a pedido (por escrito ou pessoalmente) de um médio ou grande proprietário de vinhas, todos os anos «arregimentava» o pessoal necessário para a vindima (pessoas rogadas – ao conjunto destas pessoas dava-se o nome de rogas).

De casa em casa, na taberna ou no fim da missa, ao Domingo, o rogador apalavrava homens, mulheres, rapazes e raparigas em número pretendido e ajustava com eles as condições de trabalho, a alimentação e o salário. Tarefa nada custosa, de resto, pois que a vindima era por eles considerada uma «romaria à terra do vinho». Efectivamente, essa faina apresentava-se para a gente serrana como uma oportunidade única não só para ganhar uns réis ou uns escudos, mas também para se divertir, escapar por uns dias ao controlo familiar, encher a barriga de uvas e de conhecer novas terras. Certos pais aproveitavam até o ensejo para iniciarem os filhos no trabalho assalariado.”

 

 

(in Alto Douro – terra de vinho e de gente, A.L. Pinto da Costa, Edições Cosmos, Lisboa 1997, pág.287)

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