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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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»» Mandamentos do vinho - Lousa - Torre de Moncorvo (Trás-os-Montes e Alto Douro) Pub
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  Mandamentos do vinho, ditos em Lousa, concelho de Torre de Moncorvo
 

O primeiro amarás
O vinho de Portugal,
Água não lhe deitarás,
Que te pode fazer mal.

 

O segundo, não jurarás
Pela folha da parreira,
Pois grande ofensa se faz
Á sua mãe, a videira

   

O terceiro, levarás azeitonas,
Bacalhau, pão e queijo,
Beberás com todo o jeito
Até fartar teu desejo.

O quarto, a tua borracha
Com respeito adorarás;
Quando a encontrarás no caminho
O chapéu lhe tirarás.

 

 

O quinto é não matar,
Só se for chibo ou carneiro,
Para fazeres dele um odre
Que seja teu cabaçeiro.

O sexto não desejarás
Comer salada de pepino,
Que dizem certos autores
Ser veneno contra o vinho.

 

 

O sétimo, não furtar
Só se for para beber;
Se te fores confessar
Sempre te hão-de absolver.

O oitavo, não desejar
Ver a medida pequena;
Beber por um cangirão
Que faça a vista morena.

 

 

O nono, não desejar
Beber o vinho alheio,
Quando estiver turvo
Ou já muito vinagreiro.

O décimo é amar
A aguardente e o vinho
E ser sempre um bom devoto
Do advogado S. Martinho.

 

 

Estes são dez mandamentos
Que a todos convém saber:
É pôr a boca à torneira
E … deixá-la correr!

 


Conheça uma variante a estes "mandamentos", ditos na freguesia de Baçal, concelho de Bragança >>>
 

(*) Fonte: Informação enviada pelo abade José Tavares. Etnografia Portuguesa - vol.VI, J. Leite de Vasconcelos, p.392


   

 

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