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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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  Danças Tradicionais de Baião

A Chula é uma dança muito difundida em Portugal.  Esta caracteriza-se pela agilidade do sapateio do sapateio do peão/peões, em disputas, sapateando sobre uma lança estendida no salão. A chula era dançada somente por homens, ao desafio. Diz-se que esta é originária do Minho e do Douro, do folclore português, embora alguns estudiosos a relacionem com o Lundú ou o Baião, com relação à música, daí esta ser tão tradicional no concelho. Esta era dançada da seguinte forma: dois dançarinos ficavam frente a frente tendo entre si uma lança de quatro metros de comprimento. Um dos oponentes executava uma sequência de difíceis passos coreográficos indo até à extremidade oposta da lança e retornando ao seu ponto de partida.

Ao segundo oponente cabia repetir o passo do primeiro e fazer um mais difícil, ao que o seu oponente deveria fazer o mesmo. Perdia a disputa aquele que saísse o ritmo, errasse o passo, perdesse o ritmo ou chutasse a lança. Ultimamente as suas regras foram modificadas, adaptando esta aos campeonatos regionais, os rodeios, mas a ideia de criatividade e difícil execução dos passos como objectivo de disputa foi mantida, o que tem tornado o concurso individual mais procurado do que o tradicionalista.

 

A Cana-Verde é tradicional de Portugal e tornou-se popular no nosso concelho. Naturalmente foi adquirindo cores locais, em cada região e desta forma produzindo variantes desta. Apresente a seguinte coreografia: cada par, de braço dado, passeia no sentido dos ponteiros do relógio, um atrás do outro enquanto o músico solista executa uma introdução. Uma vez fechado o círculo, as moças realização uma giro-saudação, tomadas pela mão direita dos cavalheiros; soltam-se as mãos, e os pares frente-a-frente, à espera da dança. Ficam formados dois círculos: o de homens (por fora), e o de damas (ao centro).

 

A Contradança é, das danças que ainda hoje persistem no nosso povo, uma das mais antigas. O seu nome original (country dance – dança campestre) revela a sua proveniência inglesa e popular. Nessa designação englobavam todas as danças originárias do campo e não apenas uma delas, ou sequer um tipo. Havia dois grandes tipos de country: os rounds (danças circulares em que homens alternavam com mulheres) e os longways (danças de coluna em que uma fila de homens se posiciona em frente da fila de mulheres, apresentando uma grande variedade de figuras, como arcos, estrelas, cadeias, passeio, idas ao meio, etc.). Em Portugal, sabe-se que nos princípios do século XVIII se dançava a contradança, desconhecendo-se porém se foi introduzida pelas colónias de ingleses cá implantados na época, sobretudo no Norte, daí a sua relevância no Concelho de Baião. Tem-se indicado a colónia inglesa do Porto como responsável por essa introdução. Há ainda um relato que diz que a nível popular, a província que ainda hoje mantém com maior vitalidade o cultivo desta dança e das quadrilhas é o Douro Litoral. A subsistência da contradança nos meios rurais é desde logo visível na própria designação, mas também , quando ela se perdeu, nos esquemas rítmicos de muitos bailes populares, pois são muitos os existentes no Concelho de Baião. Tal como os bailes de Valadares, de Gestaçô, de Tresouras, entre muitos outros.Tal como hoje, em alguns locais é usada, a contradança tinha como principal função servir para os bailes populares ao longo de todo o ano, como as restantes danças

 

O Malhão é também uma dança muito tradicional do Norte e faz parte de um folclore bem português, é bastante usado também nos bailes populares, e é uma dança feita por pares. Na nossa vila de Baião é bastante tradicional, mas também é das músicas mais conhecidas pelos jovens, mesmo por aqueles que não se interessam sobre o assunto, conhecem sempre o malhão.


Fonte

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