[ INÍCIO ]   [ Sobre o Portal ]  [ FAQs ]  [ Registar site ou blog ]  [ Enviar informações ]  [ Loja ]   [ Contactos ]

 
"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
Arquitectura e construções
Artesanato
Cancioneiros Populares
Danças Populares
Festas e Romarias
Grupos de Folclore
Gastronomia e Vinhos
Instrumentos musicais
Jogos Populares
Lendas
Literatura Popular
Medicina Popular
Museus Etnográficos
Música Popular
Provérbios
Religiosidade Popular
Romanceiros
Sabedoria Popular
Superstições e crendices
Trajos
Usos e Costumes
 
Agenda de iniciativas
Bibliografia temática
Ciclos
Feiras
Festivais de Folclore
Glossário
Informações Técnicas
Loja
Permutas
Pessoas
Textos e Opiniões
Turismo
 
SUGESTÕES
Calendário agrícola
Confrarias
Datas comemorativas
Feriados Municipais
História do Calendário
Meses do ano
Províncias de Portugal
 
 

Pub  
   
»» »» CICLOS - O Ciclo da Vinha e do Vinho > Vindima no Douro Pub


Os carregadores dos cestos vindimos (1)                                 Ver a imagem ampliada>>>

 

«Os cestos vindimos eram altos, de fundo rectangular e estreito e de boca também rectangular mas larga. Tinham uma asa, reforçada por fitas que mergulhavam no teçume, em cada um dos remates das duas paredes mais pequenas e uma terceira, mais pequena, no terço superior duma das paredes mais largas.

Quando já havia tantos cestos quantos os homens, estes carregavam-nos às costas. Pesavam 60 a 70 kg. Os rapazes ajudavam-nos a erguer. Os carregadores assentavam-nos em cima duma "trouxa", constituída por um rolo de pau enrodilhado numa pele de animal, ou empalhado, suspenso duma correia ou cinta de linhagem, que passava pela testa do carregador. O cesto era seguro por meio de um gancho de arame ou pau (garrancho), que prendia na pequena asa lateral. Por baixo da trouxa, os carregadores usavam uma saca de sarapilheira enfiada na cabeça, como capucha, para protegerem as costas e a nuca e para não se sujarem.»

Página seguinte>>>

 

Texto retirado de  "Alto Douro, terra de vinho e de gente - A vida quotidiana alto-duriense no primeiro terço do século XX", de A.L. Pinto da Costa

Pub

 

Pub

     

        

Se não encontrou nesta página o que procurava, pesquise em todo o Portal do Folclore Português
 



Acompanhe, em primeira mão as actualizações do Portal do Folclore Português:

FOLCLORE DE PORTUGAL - O Portal do Folclore e da Cultura Popular Portuguesa não se responsabiliza pelo conteúdo dos sítios registados
© Copyrigth 2000/2014  - Todos os direitos de cópia reservados - Webmaster